Elizabeth, mas prefere Lizzie.
18 anos. Estudante de biologia.
Dependente de internet e cantora profissional de chuveiro, pode passar horas com a cara enfiada em um livro.
quinta-feira, 11 de abril de 2013 | 17:12 | 0 comentários
Carrie Anne Jacobsen, uma garota que matou os pais de forma brutal e desapareceu. Essa é uma história que fez o preço das casas despencarem, e que possibilitou Elissa Cassidy (Jennifer Lawrence) e sua mãe, Sarah (Elisabeth Shue), se mudarem para uma casa vizinha, para tentarem recomeçar a vida.
Elissa tem 17 anos, e se mostra rebelde, e curiosa quanto ao assassinato que ocorreu anos atrás, e também ao fato de Ryan Jacobsen (Max Thieriot), o filho mais velho, e único sobrevivente da tragédia, ainda morar na casa.
Ryan, obviamente, é hostilizado por toda a cidade, que não vê a hora de se livrar dele, que só pode ter algo de errado, e de sua casa, que só tem trazido prejuízo para o mercado imobiliário local.
Uma noite, quando Elissa
está voltando para casa a pé no meio de uma tempestade, Ryan a oferece uma carona, e os dois começam uma amizade, claramente reprovada por Sarah, o
que naturalmente só faz Elissa querer passar mais tempo com ele, mas sem saber que segredos Ryan ainda esconde.
O filme, adaptado do livro de Lily Blake, David Loucka e Jonathan Mostow, tem um roteiro incrivelmente
fiel, talvez pelo fato de o livro ter apenas 184 páginas. E não é nada previsível.
É um suspense, e não daqueles que na metade da história você já sacou o que vai acontecer. Bom, prepare-se pra soltar alguns "eu não acredito!" perto do final, pois o roteiro parece que te leva pra um final, e quando você menos espera, acaba em um bem diferente.
terça-feira, 12 de março de 2013 | 10:42 | 2 comentários
R é um zumbi. Ele não se lembra de nada da sua vida, a não ser a primeira letra do seu nome.
Quando a maior parte do mundo está infectada, ele faz parte de uma "colméia" que vive em um aeroporto, e está no meio de uma crise existencial, se é que você pode imaginar tal coisa.
Durante uma caçada, R mata Perry e come seu cérebro (o que funciona mais ou menos como um alucinógeno para os zumbis, com o diferencial que eles podem ter flashes da vida do morto) e por alguma razão salva Julie, ex-namorada de Perry, levando-a para sua casa: um 747 comercial. Para mantê-la segura. Irônico? Nem tanto assim.
R é diferente, e aos olhos de Julie, está mudando, mas ela não sabe exatamente como.
E os Ossudos (zumbis que literalmente são só ossos mesmo, e que tentam manter a "ordem" nessa sociedade de Mortos que tentam construir) parecem não gostar nem um pouco dessa ideia.
Meu Namorado é um Zumbi, adaptado do livro Sangue Quente, de Isaac Marion, mostra o apocalipse zumbi, mas do ponto de vista de um zumbi.
Uma dica: não vá assistir o filme imaginando algo à la The Walking Dead, caso contrário você vai se decepcionar pra caramba. Porque esse não é o objetivo. E nem acredite em quem fala que é igual a Crepúsculo. O que é mostrado é uma história para se refletir.
Como o mundo chegou a isso, a sociedade resumida a pequenos domos vivendo dentro de estádios de futebol? Foi um vírus mortal liberado por acidente? Ou algum ponto que a humanidade chegou, de onde não se tem mais volta?
Apesar de ter um corpo em decomposição e um cérebro que não deve ter um estado melhor, R traz à tona essas e outras questões.
Eu gostei da adaptação que fizeram, ficou bem fiel ao livro, e depois de assistir ao filme, eu o lia imaginando Nicholas Hoult forçando aquelas três sílabas que ele conseguia falar de uma vez.
E é interessante ver as transformações pelas quais R passa, como por exemplo:
Depois de tomar toda a minha bebida, sinto uma pressão em minhas partes baixas, e percebo que preciso mijar.
Como os mortos não bebem nada, urinar é um evento raro. Espero me lembrar de como fazer isso.
sexta-feira, 4 de maio de 2012 | 13:40 | 0 comentários
Demorei um milhão de anos pra ir ver o filme (estreou 23 de março e eu fui ver 19 de abril!), e outro milhão pra finalmente fazer essa resenha. É, não achei que fosse ficar tão enrolada ultimamente.
Antes de tudo vou confessar uma coisa: só comecei a ler o livro porque soube da adaptação para o cinema. Nâo li nenhuma resenha ou pedi opiniões antes, como eu geralmente faço. E não me decepcionei. Posso classificar esse livro como o mais emocionante que li este ano. Em algumas partes eu prendi o fôlego, fiquei tão perplexa quanto a própria personagem e até me peguei à beira das lágrimas.
A América do Norte foi destruída durante uma guerra e tomada pela Capital, que dividiu o que sobrou em 13 distritos. Cada um dos Distritos produz um produto diferente, e são totalmente isolados uns dos outros. E os "Jogos Vorazes" viraram uma tradição para lembrar aos distritos que eles estão sob o controle absoluto da Capital. Todos os anos, dois tributos, um menino e uma menina de 12 a 18 anos, são escolhidos de cada distrito e jogados dentro de uma arena para lutarem até a morte. Apenas um pode sobreviver. Katniss Everdeen mora no Distrito 12, o que produz carvão. Ela virou a chefe da família depois que o pai morreu em uma explosão na mina, e assim tem que sustentar sua mãe e irmã mais nova, indo caçar ilegalmente com seu amigo e companheiro, Gale. Quando o dia da Colheita chega, Katniss está muito mais apreensiva, pois é o primeiro ano que o nome de Prim, sua irmã, pode sair, mesmo que as chances sejam mínimas. Mas quando as chances não estão do lado de Prim, Katniss se vê obrigada a se voluntariar e ir em seu lugar. O tributo masculino é uma grande surpresa para ela, e continua surpreendendo-a e também aos leitores até o último momento. Katniss tem que lutar para impressionar a audiência, seus patrocinadores, e, é claro, para salvar a própria vida, e ela não vai medir esforços para isso.
Nunca fiquei tão ansiosa por ver um filme de uma série de livros. Nem mesmo Harry Potter, tenho que confessar.
Desde o ano passado, quando terminei de ler o primeiro livro, comecei a procurar informações sobre a adaptação, e acompanhei desde o começo, sofrendo porque a Lionsgate nos deixava no vácuo por muito tempo.
Quando finalmente vi o filme, percebi que tanta espera valeu a pena. Os atores, personagens, cenários, tudo como eu havia imaginado.
Claro que houve algumas mudanças no roteiro, como o Peeta ficar com a perna dele (depois ninguém nunca lembra que ele usava prótese mesmo), e o final. Acho que a única parte que me decepcionou mesmo foi o final. Quer dizer, cadê aquele momento lindo do "mais uma vez, para as câmeras"?
Então vamos às avaliações, por partes.
Começando pelo elenco, que já me conquistou por serem todos lindos:
Josh Hutcherson (Viagem 2, ABC do Amor)
(eu não escolheria outro Peeta, já que eu cresci vendo seus filmes, e tenho uma queda por ele desde sempre *cof cof*)
Jennifer Lawrence (X-Men First Class, O Inverno da Alma)
Liam Hemsworth (A Última Música)
Falando em gente bonita, gostaria de falar também dos Carreiristas, Leven Rambin (Glimmer), Jack Quaid (Marvel) [só deveríamos saber o nome dele no segundo livro hehe], Isabelle Fuhrman (Clove) e Alexander Ludwig (Cato) [você lembra dele em A Montanha Enfeitiçada?!].
Lenny Kravitz (Cinna), Elizabeth Banks (Effie Trinket) e Woody Harrelson (Haymitch) também captaram perfeitamente seus personagens, mal posso esperar para vê-los de novo ano que vem!
Caracterização:
Jennifer é naturalmente loira, o que preocupou muitos de nós, pobres fãs que esperamos ver nossa imaginação tomar forma nas telonas.
Mas quem disse que não se preocuparam com isso? Jennifer foi a Katniss Everdeen perfeita, desde a aparência até as expressões e ações. Sem contar que ela arrasou com o arco e flecha.
Já Josh tem cabelos castanhos, e enquanto eu achava que ele ia ficar super esquisito, conseguiu ficar lindo como o loiro Peeta Mellark.
Cenários: O Distrito 12, principalmente a casa dos Everdeen, fugiu um pouco da descrição, mas a Capital ficou impecável.
Apetrechos tecnológicos e pessoas completamente estranhas (como se ter uma pele verde fosse normal), ficaram exatamente iguais.
E vocês, queridos leitores, são fãs de Jogos Vorazes? Viraram fãs depois do filme? Detestaram a história? Contem!
terça-feira, 28 de junho de 2011 | 11:39 | 3 comentários
Cinema e livros: duas paixões. Juntar os dois então, melhor ainda.
Achei essa ideia no blog da Babi Lorentz, e adorei a ideia, então resolvi trazer pro meu blog.
Quem nunca assistiu a um filme, ou a um seriado e depois ficou louquinho para ler o livro (quando há) ou vice-versa?
E quem nunca se decepcionou com isso?
E o escolhido desta semana é...
O Caçador de Pipas
Filme:
Sinopse: Kabul. Amir (Zekeria Ebrahimi) e Hassan (Ahmad Khan Mahmidzada) são dois amigos, que se divertem em um torneio de pipas. Após a vitória neste dia um ato de traição de um menino marcará para sempre a vida de ambos. Amir passa a viver nos Estados Unidos, retornando ao Afeganistão apenas após 20 anos. É quando ele enfrenta a mão de ferro do governo talibã para tentar consertar o ocorrido em seu passado.
Nota: 3
Livro:
Sinopse: O caçador de pipas é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial dos últimos tempos. Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.
Nota: 4
Minhas conclusões:
Essa história é muito forte, rica em detalhes, como se o autor realmente tivesse vivido no Afeganistão durante a guerra, e tivesse presenciado tudo.
Mas a adaptação desse livro tem uma contradição: ele foi completamente fiel ao livro, mas não conseguiu passar a mesma emoção.
Enquanto que no livro a história era narrada em primeira pessoa e eu não pude deixar de me emocionar mais de uma vez, o filme apenas mostra a vida de Amir, como se alguém de fora, que não sabe pelo que ele passou contasse a história, exatamente como a via.
Não digo que o filme é ruim, não é isso. Mas ficou bem abaixo das minhas expectativas, como a maioria das adaptações. Então eu recomendo que leiam primeiro o livro pra depois ver o filme, pra não desanimar de saber a história.
segunda-feira, 25 de abril de 2011 | 13:53 | 5 comentários
Cinema e livros: duas paixões. Juntar os dois então, melhor ainda.
Achei essa ideia no blog da Babi Lorentz, e adorei a ideia, então resolvi trazer pro meu blog.
Quem nunca assistiu a um filme, ou a um seriado e depois ficou louquinho para ler o livro (quando há) ou vice-versa?
E quem nunca se decepcionou com isso?
Agora vou falar de um que ficou bem popular:
Percy Jackson e O Ladrão de Raios
Filme:
Sinopse: O arteiro Percy Jackson (Logan Lerman) está encrencado na escola, mas esse nem de longe é seu maior desafio. Estamos no século 21, mas os deuses do Olimpo saem das páginas dos livros de mitologia grega de Percy e entram em sua vida. Ele descobre que seu pai verdadeiro é Poseidon, deus dos mares, o que significa que Percy é um semideus – metade humano, metade deus. Ao mesmo tempo, Zeus, rei de todos os deuses, acusa Percy de roubar seu raio, a primeira e verdadeira arma de destruição em massa.
Agora, Percy tem de se preparar para a maior aventura de sua vida, e os riscos não poderiam ser maiores.
Com nuvens de tempestade sinistras encobrindo o planeta e com sua vida ameaçada, Percy viaja até um enclave especial, um campo de treinamento para mestiços, onde aperfeiçoa seus recém-descobertos poderes para evitar uma guerra devastadora entre os deuses. É lá que ele conhece dois outros semideuses: a guerreira Annabeth (Alexandra Daddario), que procura sua mãe, a deusa Atena; e seu amigo de infância e protetor, Grover (Brandon T. Jackson), um corajoso sátiro cujas habilidades ainda não foram testadas.
Grover e Annabeth unem-se a Percy numa incrível odisseia transcontinental, que os leva para 600 andares acima da cidade de Nova York (o portal para o Monte Olimpo) e para o famoso letreiro de Hollywood, sob o qual arde o fogo do Mundo dos Mortos.
O destino da humanidade depende do resultado dessa jornada, bem como a vida da mãe de Percy, Sally, que ele terá de resgatar das profundezas do inferno.
Nota: 2
Livro:
Sinopse: Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.
O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.
Nota: 5
Minhas conclusões:
Percy Jackson e O Ladrão de Raios foi um livro que absolutamente me conquistou. Eu sempre amei mitologia, principalmente a grega, e achar um livro que fala exclusivamente sobre isso foi incrível.
Percy Jackson é um típico herói: uma criança que cresceu sem saber de nada, e que toma um baita susto quando descobre que o futuro do mundo depende dele. Tem dois "fiéis escudeiros", uma história para descobrir, e uma arma poderosa, nesse caso uma caneta esferográfica.
Mas pedir pra falar sobre a adaptação para o cinema é me pedir pra criticá-la.
Claro que não sou nenhuma crítica de cinema, mas vou dizer onde eu acho que o filme falhou:
- Eles fizeram com que a história toda fosse a busca pelas pérolas;
- Percy na verdade tem 12 anos, e não 17;
- Annabeth nem mesmo gosta do Percy quando eles se conhecem;
- Outro ponto sobre Annabeth: fazer ela morena foi mancada, ela na verdade é loira;
- Uma Thurman. Acho que isso diz tudo;
- Chris Columbus é um "mago dos efeitos especiais"? Bom, a magia dele deu defeito durante as filmagens desse filme. A melhor coisa que ele fez foi a cena da luta entre Percy e Luke.
Claro que tem alguém que vai dizer que "Logan Lerman salvou o filme". Bom, eu estou aqui pra discordar, porque nem a atuação do Logan (um dos meus atores favoritos) foi capaz disso.
Como disse uma crítica da Veja: Esse Percy Jackson é apenas um herói com um cabelo bonito.
Mas espero poder elogiar O Mar de Monstros, pois como eu li por aí, trocarão os roteiristas e o diretor. Agora é só esperar pra ver.
E vocês, que leram e viram o filme, o que têm a dizer?
Achei essa ideia no blog da Babi Lorentz, e adorei a ideia, então resolvi trazer pro meu blog.
Quem nunca assistiu a um filme, ou a um seriado e depois ficou louquinho para ler o livro (quando há) ou vice-versa?
E quem nunca se decepcionou com isso?
Vou começar falando de um bem fácil, que vocês já ouviram falar:
Desventuras em Série.
Filme:
Sinopse: Klaus (Liam Aiken), Violet (Emily Browning) e Sunny (Kara Hoffman e Shelby Hoffman) são três irmãos que repentinamente recebem a notícia de que seus pais morreram em um incêndio. Como são menores de idade eles não podem ainda herdar a fortuna de seus pais, o que apenas ocorrerá quando Violet, a mais velha, completar 18 anos. O trio passa então a morar com o Conde Olaf (Jim Carrey), um parente distante bastante ganancioso, que deseja tomar a fortuna das crianças para si. Para atingir sua meta Olaf não medirá consequências.
Nota: 3
Livros:
Sinopse: Desventuras em Série é uma série de livros escrita por Lemony Snicket (heterônimo de Daniel Handler) que narra a história de três crianças recém-órfãs que sofrem terríveis incidentes e vão se encontrando com pessoas desagradáveis que querem capturá-las para roubar a herança deixada por seus pais. Em resumo é a história de três crianças que sofrem desgraças horríveis continuamente.
A série contém treze livros. O primeiro livro da série foi lançado em 1999 nos EUA pela HarperCollins.
A série narra a vida dos três irmãos Baudelaire: Violet, Klaus e Sunny, desde o momento em que as crianças são avisadas que seus pais faleceram em um terrível incêndio que ocorreu em sua mansão, destruindo-a. Em cada livro as crianças são levadas a tutores excêntricos e são perseguidos por Conde Olaf que quer tirar deles a herança.
Nota: 5
Minhas conclusões:
Desventuras Em Série é uma das minhas séries de livros favoritas. Foi um dos livros que eu achei por acaso dando sopa na prateleira da biblioteca, e assim que comecei a ler, não consegui mais parar.
De vez em quando o autor avisa que não é uma história para quem gosta de finais felizes, e seus avisos de "largue este livro e vá ler algum conto de fadas" sempre me instigaram a ler mais e mais.
Já o filme me decepcionou um pouco. Não por não ser fiel aos livros, mas por mostrar apenas uma pequena parte da história. A coleção tem 13 livros, mas o filme mostra apenas 3 deles, e os meus tutores favoritos estão nos livros que não foram incluídos no filme. Sem contar que o mistério da sigla CSC nem é mencionado...
quinta-feira, 11 de abril de 2013 | 17:12 | 0comments
Carrie Anne Jacobsen, uma garota que matou os pais de forma brutal e desapareceu. Essa é uma história que fez o preço das casas despencarem, e que possibilitou Elissa Cassidy (Jennifer Lawrence) e sua mãe, Sarah (Elisabeth Shue), se mudarem para uma casa vizinha, para tentarem recomeçar a vida.
Elissa tem 17 anos, e se mostra rebelde, e curiosa quanto ao assassinato que ocorreu anos atrás, e também ao fato de Ryan Jacobsen (Max Thieriot), o filho mais velho, e único sobrevivente da tragédia, ainda morar na casa.
Ryan, obviamente, é hostilizado por toda a cidade, que não vê a hora de se livrar dele, que só pode ter algo de errado, e de sua casa, que só tem trazido prejuízo para o mercado imobiliário local.
Uma noite, quando Elissa
está voltando para casa a pé no meio de uma tempestade, Ryan a oferece uma carona, e os dois começam uma amizade, claramente reprovada por Sarah, o
que naturalmente só faz Elissa querer passar mais tempo com ele, mas sem saber que segredos Ryan ainda esconde.
O filme, adaptado do livro de Lily Blake, David Loucka e Jonathan Mostow, tem um roteiro incrivelmente
fiel, talvez pelo fato de o livro ter apenas 184 páginas. E não é nada previsível.
É um suspense, e não daqueles que na metade da história você já sacou o que vai acontecer. Bom, prepare-se pra soltar alguns "eu não acredito!" perto do final, pois o roteiro parece que te leva pra um final, e quando você menos espera, acaba em um bem diferente.
terça-feira, 12 de março de 2013 | 10:42 | 2comments
R é um zumbi. Ele não se lembra de nada da sua vida, a não ser a primeira letra do seu nome.
Quando a maior parte do mundo está infectada, ele faz parte de uma "colméia" que vive em um aeroporto, e está no meio de uma crise existencial, se é que você pode imaginar tal coisa.
Durante uma caçada, R mata Perry e come seu cérebro (o que funciona mais ou menos como um alucinógeno para os zumbis, com o diferencial que eles podem ter flashes da vida do morto) e por alguma razão salva Julie, ex-namorada de Perry, levando-a para sua casa: um 747 comercial. Para mantê-la segura. Irônico? Nem tanto assim.
R é diferente, e aos olhos de Julie, está mudando, mas ela não sabe exatamente como.
E os Ossudos (zumbis que literalmente são só ossos mesmo, e que tentam manter a "ordem" nessa sociedade de Mortos que tentam construir) parecem não gostar nem um pouco dessa ideia.
Meu Namorado é um Zumbi, adaptado do livro Sangue Quente, de Isaac Marion, mostra o apocalipse zumbi, mas do ponto de vista de um zumbi.
Uma dica: não vá assistir o filme imaginando algo à la The Walking Dead, caso contrário você vai se decepcionar pra caramba. Porque esse não é o objetivo. E nem acredite em quem fala que é igual a Crepúsculo. O que é mostrado é uma história para se refletir.
Como o mundo chegou a isso, a sociedade resumida a pequenos domos vivendo dentro de estádios de futebol? Foi um vírus mortal liberado por acidente? Ou algum ponto que a humanidade chegou, de onde não se tem mais volta?
Apesar de ter um corpo em decomposição e um cérebro que não deve ter um estado melhor, R traz à tona essas e outras questões.
Eu gostei da adaptação que fizeram, ficou bem fiel ao livro, e depois de assistir ao filme, eu o lia imaginando Nicholas Hoult forçando aquelas três sílabas que ele conseguia falar de uma vez.
E é interessante ver as transformações pelas quais R passa, como por exemplo:
Depois de tomar toda a minha bebida, sinto uma pressão em minhas partes baixas, e percebo que preciso mijar.
Como os mortos não bebem nada, urinar é um evento raro. Espero me lembrar de como fazer isso.
sexta-feira, 4 de maio de 2012 | 13:40 | 0comments
Demorei um milhão de anos pra ir ver o filme (estreou 23 de março e eu fui ver 19 de abril!), e outro milhão pra finalmente fazer essa resenha. É, não achei que fosse ficar tão enrolada ultimamente.
Antes de tudo vou confessar uma coisa: só comecei a ler o livro porque soube da adaptação para o cinema. Nâo li nenhuma resenha ou pedi opiniões antes, como eu geralmente faço. E não me decepcionei. Posso classificar esse livro como o mais emocionante que li este ano. Em algumas partes eu prendi o fôlego, fiquei tão perplexa quanto a própria personagem e até me peguei à beira das lágrimas.
A América do Norte foi destruída durante uma guerra e tomada pela Capital, que dividiu o que sobrou em 13 distritos. Cada um dos Distritos produz um produto diferente, e são totalmente isolados uns dos outros. E os "Jogos Vorazes" viraram uma tradição para lembrar aos distritos que eles estão sob o controle absoluto da Capital. Todos os anos, dois tributos, um menino e uma menina de 12 a 18 anos, são escolhidos de cada distrito e jogados dentro de uma arena para lutarem até a morte. Apenas um pode sobreviver. Katniss Everdeen mora no Distrito 12, o que produz carvão. Ela virou a chefe da família depois que o pai morreu em uma explosão na mina, e assim tem que sustentar sua mãe e irmã mais nova, indo caçar ilegalmente com seu amigo e companheiro, Gale. Quando o dia da Colheita chega, Katniss está muito mais apreensiva, pois é o primeiro ano que o nome de Prim, sua irmã, pode sair, mesmo que as chances sejam mínimas. Mas quando as chances não estão do lado de Prim, Katniss se vê obrigada a se voluntariar e ir em seu lugar. O tributo masculino é uma grande surpresa para ela, e continua surpreendendo-a e também aos leitores até o último momento. Katniss tem que lutar para impressionar a audiência, seus patrocinadores, e, é claro, para salvar a própria vida, e ela não vai medir esforços para isso.
Nunca fiquei tão ansiosa por ver um filme de uma série de livros. Nem mesmo Harry Potter, tenho que confessar.
Desde o ano passado, quando terminei de ler o primeiro livro, comecei a procurar informações sobre a adaptação, e acompanhei desde o começo, sofrendo porque a Lionsgate nos deixava no vácuo por muito tempo.
Quando finalmente vi o filme, percebi que tanta espera valeu a pena. Os atores, personagens, cenários, tudo como eu havia imaginado.
Claro que houve algumas mudanças no roteiro, como o Peeta ficar com a perna dele (depois ninguém nunca lembra que ele usava prótese mesmo), e o final. Acho que a única parte que me decepcionou mesmo foi o final. Quer dizer, cadê aquele momento lindo do "mais uma vez, para as câmeras"?
Então vamos às avaliações, por partes.
Começando pelo elenco, que já me conquistou por serem todos lindos:
Josh Hutcherson (Viagem 2, ABC do Amor)
(eu não escolheria outro Peeta, já que eu cresci vendo seus filmes, e tenho uma queda por ele desde sempre *cof cof*)
Jennifer Lawrence (X-Men First Class, O Inverno da Alma)
Liam Hemsworth (A Última Música)
Falando em gente bonita, gostaria de falar também dos Carreiristas, Leven Rambin (Glimmer), Jack Quaid (Marvel) [só deveríamos saber o nome dele no segundo livro hehe], Isabelle Fuhrman (Clove) e Alexander Ludwig (Cato) [você lembra dele em A Montanha Enfeitiçada?!].
Lenny Kravitz (Cinna), Elizabeth Banks (Effie Trinket) e Woody Harrelson (Haymitch) também captaram perfeitamente seus personagens, mal posso esperar para vê-los de novo ano que vem!
Caracterização:
Jennifer é naturalmente loira, o que preocupou muitos de nós, pobres fãs que esperamos ver nossa imaginação tomar forma nas telonas.
Mas quem disse que não se preocuparam com isso? Jennifer foi a Katniss Everdeen perfeita, desde a aparência até as expressões e ações. Sem contar que ela arrasou com o arco e flecha.
Já Josh tem cabelos castanhos, e enquanto eu achava que ele ia ficar super esquisito, conseguiu ficar lindo como o loiro Peeta Mellark.
Cenários: O Distrito 12, principalmente a casa dos Everdeen, fugiu um pouco da descrição, mas a Capital ficou impecável.
Apetrechos tecnológicos e pessoas completamente estranhas (como se ter uma pele verde fosse normal), ficaram exatamente iguais.
E vocês, queridos leitores, são fãs de Jogos Vorazes? Viraram fãs depois do filme? Detestaram a história? Contem!
terça-feira, 28 de junho de 2011 | 11:39 | 3comments
Cinema e livros: duas paixões. Juntar os dois então, melhor ainda.
Achei essa ideia no blog da Babi Lorentz, e adorei a ideia, então resolvi trazer pro meu blog.
Quem nunca assistiu a um filme, ou a um seriado e depois ficou louquinho para ler o livro (quando há) ou vice-versa?
E quem nunca se decepcionou com isso?
E o escolhido desta semana é...
O Caçador de Pipas
Filme:
Sinopse: Kabul. Amir (Zekeria Ebrahimi) e Hassan (Ahmad Khan Mahmidzada) são dois amigos, que se divertem em um torneio de pipas. Após a vitória neste dia um ato de traição de um menino marcará para sempre a vida de ambos. Amir passa a viver nos Estados Unidos, retornando ao Afeganistão apenas após 20 anos. É quando ele enfrenta a mão de ferro do governo talibã para tentar consertar o ocorrido em seu passado.
Nota: 3
Livro:
Sinopse: O caçador de pipas é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial dos últimos tempos. Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.
Nota: 4
Minhas conclusões:
Essa história é muito forte, rica em detalhes, como se o autor realmente tivesse vivido no Afeganistão durante a guerra, e tivesse presenciado tudo.
Mas a adaptação desse livro tem uma contradição: ele foi completamente fiel ao livro, mas não conseguiu passar a mesma emoção.
Enquanto que no livro a história era narrada em primeira pessoa e eu não pude deixar de me emocionar mais de uma vez, o filme apenas mostra a vida de Amir, como se alguém de fora, que não sabe pelo que ele passou contasse a história, exatamente como a via.
Não digo que o filme é ruim, não é isso. Mas ficou bem abaixo das minhas expectativas, como a maioria das adaptações. Então eu recomendo que leiam primeiro o livro pra depois ver o filme, pra não desanimar de saber a história.
segunda-feira, 25 de abril de 2011 | 13:53 | 5comments
Cinema e livros: duas paixões. Juntar os dois então, melhor ainda.
Achei essa ideia no blog da Babi Lorentz, e adorei a ideia, então resolvi trazer pro meu blog.
Quem nunca assistiu a um filme, ou a um seriado e depois ficou louquinho para ler o livro (quando há) ou vice-versa?
E quem nunca se decepcionou com isso?
Agora vou falar de um que ficou bem popular:
Percy Jackson e O Ladrão de Raios
Filme:
Sinopse: O arteiro Percy Jackson (Logan Lerman) está encrencado na escola, mas esse nem de longe é seu maior desafio. Estamos no século 21, mas os deuses do Olimpo saem das páginas dos livros de mitologia grega de Percy e entram em sua vida. Ele descobre que seu pai verdadeiro é Poseidon, deus dos mares, o que significa que Percy é um semideus – metade humano, metade deus. Ao mesmo tempo, Zeus, rei de todos os deuses, acusa Percy de roubar seu raio, a primeira e verdadeira arma de destruição em massa.
Agora, Percy tem de se preparar para a maior aventura de sua vida, e os riscos não poderiam ser maiores.
Com nuvens de tempestade sinistras encobrindo o planeta e com sua vida ameaçada, Percy viaja até um enclave especial, um campo de treinamento para mestiços, onde aperfeiçoa seus recém-descobertos poderes para evitar uma guerra devastadora entre os deuses. É lá que ele conhece dois outros semideuses: a guerreira Annabeth (Alexandra Daddario), que procura sua mãe, a deusa Atena; e seu amigo de infância e protetor, Grover (Brandon T. Jackson), um corajoso sátiro cujas habilidades ainda não foram testadas.
Grover e Annabeth unem-se a Percy numa incrível odisseia transcontinental, que os leva para 600 andares acima da cidade de Nova York (o portal para o Monte Olimpo) e para o famoso letreiro de Hollywood, sob o qual arde o fogo do Mundo dos Mortos.
O destino da humanidade depende do resultado dessa jornada, bem como a vida da mãe de Percy, Sally, que ele terá de resgatar das profundezas do inferno.
Nota: 2
Livro:
Sinopse: Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.
O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.
Nota: 5
Minhas conclusões:
Percy Jackson e O Ladrão de Raios foi um livro que absolutamente me conquistou. Eu sempre amei mitologia, principalmente a grega, e achar um livro que fala exclusivamente sobre isso foi incrível.
Percy Jackson é um típico herói: uma criança que cresceu sem saber de nada, e que toma um baita susto quando descobre que o futuro do mundo depende dele. Tem dois "fiéis escudeiros", uma história para descobrir, e uma arma poderosa, nesse caso uma caneta esferográfica.
Mas pedir pra falar sobre a adaptação para o cinema é me pedir pra criticá-la.
Claro que não sou nenhuma crítica de cinema, mas vou dizer onde eu acho que o filme falhou:
- Eles fizeram com que a história toda fosse a busca pelas pérolas;
- Percy na verdade tem 12 anos, e não 17;
- Annabeth nem mesmo gosta do Percy quando eles se conhecem;
- Outro ponto sobre Annabeth: fazer ela morena foi mancada, ela na verdade é loira;
- Uma Thurman. Acho que isso diz tudo;
- Chris Columbus é um "mago dos efeitos especiais"? Bom, a magia dele deu defeito durante as filmagens desse filme. A melhor coisa que ele fez foi a cena da luta entre Percy e Luke.
Claro que tem alguém que vai dizer que "Logan Lerman salvou o filme". Bom, eu estou aqui pra discordar, porque nem a atuação do Logan (um dos meus atores favoritos) foi capaz disso.
Como disse uma crítica da Veja: Esse Percy Jackson é apenas um herói com um cabelo bonito.
Mas espero poder elogiar O Mar de Monstros, pois como eu li por aí, trocarão os roteiristas e o diretor. Agora é só esperar pra ver.
E vocês, que leram e viram o filme, o que têm a dizer?
Achei essa ideia no blog da Babi Lorentz, e adorei a ideia, então resolvi trazer pro meu blog.
Quem nunca assistiu a um filme, ou a um seriado e depois ficou louquinho para ler o livro (quando há) ou vice-versa?
E quem nunca se decepcionou com isso?
Vou começar falando de um bem fácil, que vocês já ouviram falar:
Desventuras em Série.
Filme:
Sinopse: Klaus (Liam Aiken), Violet (Emily Browning) e Sunny (Kara Hoffman e Shelby Hoffman) são três irmãos que repentinamente recebem a notícia de que seus pais morreram em um incêndio. Como são menores de idade eles não podem ainda herdar a fortuna de seus pais, o que apenas ocorrerá quando Violet, a mais velha, completar 18 anos. O trio passa então a morar com o Conde Olaf (Jim Carrey), um parente distante bastante ganancioso, que deseja tomar a fortuna das crianças para si. Para atingir sua meta Olaf não medirá consequências.
Nota: 3
Livros:
Sinopse: Desventuras em Série é uma série de livros escrita por Lemony Snicket (heterônimo de Daniel Handler) que narra a história de três crianças recém-órfãs que sofrem terríveis incidentes e vão se encontrando com pessoas desagradáveis que querem capturá-las para roubar a herança deixada por seus pais. Em resumo é a história de três crianças que sofrem desgraças horríveis continuamente.
A série contém treze livros. O primeiro livro da série foi lançado em 1999 nos EUA pela HarperCollins.
A série narra a vida dos três irmãos Baudelaire: Violet, Klaus e Sunny, desde o momento em que as crianças são avisadas que seus pais faleceram em um terrível incêndio que ocorreu em sua mansão, destruindo-a. Em cada livro as crianças são levadas a tutores excêntricos e são perseguidos por Conde Olaf que quer tirar deles a herança.
Nota: 5
Minhas conclusões:
Desventuras Em Série é uma das minhas séries de livros favoritas. Foi um dos livros que eu achei por acaso dando sopa na prateleira da biblioteca, e assim que comecei a ler, não consegui mais parar.
De vez em quando o autor avisa que não é uma história para quem gosta de finais felizes, e seus avisos de "largue este livro e vá ler algum conto de fadas" sempre me instigaram a ler mais e mais.
Já o filme me decepcionou um pouco. Não por não ser fiel aos livros, mas por mostrar apenas uma pequena parte da história. A coleção tem 13 livros, mas o filme mostra apenas 3 deles, e os meus tutores favoritos estão nos livros que não foram incluídos no filme. Sem contar que o mistério da sigla CSC nem é mencionado...
hi, you ☺
the name's ElizabethLizzie.
Fiz do mundo um lugar melhor no dia 26 de junho de 1994 (pra facilitar, 18 anos), lembre-se do dia e compre milhões de presentes! haha
Diga "você é bonita", é minha mentira favorita.
Movida a música, de verdade, e nem sempre vou prestar atenção ao que você diz, então arranque o fone dos meus ouvidos. Canto no chuveiro e treino meu discurso de agradecimento para o Grammy :]
Amo todo mundo por pelo menos um dia. Falo palavrões quando meu dia não é dos melhores e bato o dedinho do pé em algum lugar, e fico entediada rápido.
Fico lerda pela manhã, e hiperativa se não dormir direito.
Gosto de fazer as pessoas sorrirem, e de ouvir as histórias delas.
Ir ao cinema é a minha diversão favorita, me leve até um!
Eu esqueci de falar alguma coisa que você quer saber?
Likes:
♥ Dormir♥ Comer♥ Taylor Swift♥ Seriados♥ Sorvete♥ Cinema♥ Demi Lovato♥ Café♥ Josh Hutcherson♥ Tumblr♥ Frozen Yogurt♥ Logan LermanSem nenhuma ordem em particular.Séries Favoritas:
♥ Jogos Vorazes♥ Percy Jackson♥ Harry Potter♥ Becky Bloom