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Crítica: A Hospedeira - Stephenie Meyer
Sim, você leu certo, eu não digitei errado. O que você lerá abaixo é uma crítica, e não uma resenha. Eu até comecei escrevendo uma resenha, mas não seria justo chamá-la assim. Então aqui está a primeira crítica do OHW.
Autora: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Páginas: 557
ISBN: 9788598078595
Skoob: Livro | Autora
Por onde começar?
Bom, tem a Melanie, uma das poucas humanas que sobraram no planeta, e que continua querendo ser humana, até que ela comete uma grande burrada, e é aí que entra a Peregrina. Quer dizer, literalmente entra. Peregrina é uma "alma", um tipo de lacraia parasita de outro planeta que é implantada nó cérebro das pessoas. Peregrina recebeu esse nome por já ter vivido, peregrinado, por oito planetas diferentes.
Falando nos planetas, eu quero chamar a atenção para este aspecto em particular do livro. Na série Crepúsculo, a Stephenie Meyer descreveu seus vampiros como seres que brilham ao sol. Acha que isso é viagem? Você ainda não viu nada.
- Planeta Cantor: todos são cegos, porque são morcegos. Então pra passar o tempo, eles cantam.
- Planeta das Algas Visionárias: O mais chato de todos, porque todo mundo é alga marinha, e passam a vida inteira sem fazer nada.
- Planeta das Aranhas: foi o primeiro planeta a ser colonizado pelas almas, e o mais fácil, já que as aranhas não têm muita coisa na cabeça. Neste planeta elas são extremamente inteligentes e inventam coisas.
- Planeta das flores: todo mundo é flor, simples assim. Só não consegui entender como as almas foram parar dentro delas.
- Planeta das Brumas: pelo que eu entendi eles são ursos. Mas são ursos que têm garras dos dois lados das patas, e fazem esculturas no gelo.
- Planeta dos golfinhos: O mais esquisito de todos. Não são golfinhos normais, acho que de golfinho só tem o nome mesmo.
- "Eles parecem mais com imensos vagalumes que com peixes (...) Mas eles são inteiramente coriáceos, com três, quatro, ou cinco conjuntos de asas, dependendo da idade (...) Então ele de certas maneira voam na água... que é mais leve que a água daqui, menos densa. Eles têm cinco, sete ou nove pernas, dependendo do gênero (...) Eles têm três gêneros diferentes. Têm mãos muito compridas com dedos elásticos e fortes que podem construir todo tipo de coisa (...)"
Sacou?
Enfim, voltando à história. Peregrina se sente bem no começo, mas quando começa a ouvir Melanie, começa a ficar irritada. Melanie se recusa a ser subjugada e continua se debatendo dentro da própria cabeça. Quando a Peregrina começa a perceber que isso não é normal, resolve viajar e visitar seu curandeiro.
Melanie vivia com outros dois humanos, Jamie, seu irmão mais novo, e Jared, o amor da sua vida, que é uns vinte anos mais velho que ela. No caminho para ver o curandeiro, Melanie consegue convencer Peregrina a seguir umas linhas totalmente sem sentido no meio do deserto, deixadas para ela por seu louco tio Jeb, há milhões de anos atrás, para tentar achar Jared. Ah, Jamie também, claro. Depois de quase morrerem andando por dias no deserto, finalmente elas são achadas pelo tio Jeb, acham Jamie, Jared, e vão morar nas cavernas, com outros humanos.
A autora define a história como "um triângulo amoroso com apenas dois corpos", mas eu acho que precisamos de uma figura geométrica mais complicada aqui.
Melanie não suporta Peg (o apelido que o tio Jeb deu à Peregrina), e ama Jared. Peg sente atração por Jared, mas só por aquele ser o corpo de Melanie. Jared ama Melanie, mas sente aversão por Peg, a parasita, que ele nem consegue ver.
E aí tem o Ian, que ninguém sabe de onde veio, e se apaixona pela Peg. Ele jura que o corpo da Melanie não tem nada a ver com isso, que ele ama mesmo é a lacraia prateada dentro da cabeça dela.
Ah sim, lembrei de onde vem o Ian. Ele queria matar a Peg. Mas todo mundo lá queria matar a Peg, teve até quem tentou mesmo.
E eu torcia pra que conseguisse, quem sabe assim o livro ficava mais interessante.
Eu demorei um século pra chegar na metade do livro, não por ser grande, mas por ser extremamente entediante. E quando eu achava que ia ficar interessante, ficava chato de novo.
Não é que eu esteja criticando a autora, porque afinal ela não escreveu só esse livro. Teve também a série Crepúsculo, com vampiros brilhantes, a garota do tempo e... Ah, deixa pra lá. Marcadores: a hospedeira, Críticas, Stephenie Meyer
Crítica: A Hospedeira - Stephenie Meyer
sexta-feira, 14 de outubro de 2011 | 20:19 | 4comments
Sim, você leu certo, eu não digitei errado. O que você lerá abaixo é uma crítica, e não uma resenha. Eu até comecei escrevendo uma resenha, mas não seria justo chamá-la assim. Então aqui está a primeira crítica do OHW.
Autora: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Páginas: 557
ISBN: 9788598078595
Skoob: Livro | Autora
Por onde começar?
Bom, tem a Melanie, uma das poucas humanas que sobraram no planeta, e que continua querendo ser humana, até que ela comete uma grande burrada, e é aí que entra a Peregrina. Quer dizer, literalmente entra. Peregrina é uma "alma", um tipo de lacraia parasita de outro planeta que é implantada nó cérebro das pessoas. Peregrina recebeu esse nome por já ter vivido, peregrinado, por oito planetas diferentes.
Falando nos planetas, eu quero chamar a atenção para este aspecto em particular do livro. Na série Crepúsculo, a Stephenie Meyer descreveu seus vampiros como seres que brilham ao sol. Acha que isso é viagem? Você ainda não viu nada.
- Planeta Cantor: todos são cegos, porque são morcegos. Então pra passar o tempo, eles cantam.
- Planeta das Algas Visionárias: O mais chato de todos, porque todo mundo é alga marinha, e passam a vida inteira sem fazer nada.
- Planeta das Aranhas: foi o primeiro planeta a ser colonizado pelas almas, e o mais fácil, já que as aranhas não têm muita coisa na cabeça. Neste planeta elas são extremamente inteligentes e inventam coisas.
- Planeta das flores: todo mundo é flor, simples assim. Só não consegui entender como as almas foram parar dentro delas.
- Planeta das Brumas: pelo que eu entendi eles são ursos. Mas são ursos que têm garras dos dois lados das patas, e fazem esculturas no gelo.
- Planeta dos golfinhos: O mais esquisito de todos. Não são golfinhos normais, acho que de golfinho só tem o nome mesmo.
- "Eles parecem mais com imensos vagalumes que com peixes (...) Mas eles são inteiramente coriáceos, com três, quatro, ou cinco conjuntos de asas, dependendo da idade (...) Então ele de certas maneira voam na água... que é mais leve que a água daqui, menos densa. Eles têm cinco, sete ou nove pernas, dependendo do gênero (...) Eles têm três gêneros diferentes. Têm mãos muito compridas com dedos elásticos e fortes que podem construir todo tipo de coisa (...)"
Sacou?
Enfim, voltando à história. Peregrina se sente bem no começo, mas quando começa a ouvir Melanie, começa a ficar irritada. Melanie se recusa a ser subjugada e continua se debatendo dentro da própria cabeça. Quando a Peregrina começa a perceber que isso não é normal, resolve viajar e visitar seu curandeiro.
Melanie vivia com outros dois humanos, Jamie, seu irmão mais novo, e Jared, o amor da sua vida, que é uns vinte anos mais velho que ela. No caminho para ver o curandeiro, Melanie consegue convencer Peregrina a seguir umas linhas totalmente sem sentido no meio do deserto, deixadas para ela por seu louco tio Jeb, há milhões de anos atrás, para tentar achar Jared. Ah, Jamie também, claro. Depois de quase morrerem andando por dias no deserto, finalmente elas são achadas pelo tio Jeb, acham Jamie, Jared, e vão morar nas cavernas, com outros humanos.
A autora define a história como "um triângulo amoroso com apenas dois corpos", mas eu acho que precisamos de uma figura geométrica mais complicada aqui.
Melanie não suporta Peg (o apelido que o tio Jeb deu à Peregrina), e ama Jared. Peg sente atração por Jared, mas só por aquele ser o corpo de Melanie. Jared ama Melanie, mas sente aversão por Peg, a parasita, que ele nem consegue ver.
E aí tem o Ian, que ninguém sabe de onde veio, e se apaixona pela Peg. Ele jura que o corpo da Melanie não tem nada a ver com isso, que ele ama mesmo é a lacraia prateada dentro da cabeça dela.
Ah sim, lembrei de onde vem o Ian. Ele queria matar a Peg. Mas todo mundo lá queria matar a Peg, teve até quem tentou mesmo.
E eu torcia pra que conseguisse, quem sabe assim o livro ficava mais interessante.
Eu demorei um século pra chegar na metade do livro, não por ser grande, mas por ser extremamente entediante. E quando eu achava que ia ficar interessante, ficava chato de novo.
Não é que eu esteja criticando a autora, porque afinal ela não escreveu só esse livro. Teve também a série Crepúsculo, com vampiros brilhantes, a garota do tempo e... Ah, deixa pra lá. Marcadores: a hospedeira, Críticas, Stephenie Meyer
Lizzie
Sobre Mim
hi, you ☺
the name's Elizabeth Lizzie.
Fiz do mundo um lugar melhor no dia 26 de junho de 1994 (pra facilitar, 18 anos), lembre-se do dia e compre milhões de presentes! haha
Diga "você é bonita", é minha mentira favorita.
Movida a música, de verdade, e nem sempre vou prestar atenção ao que você diz, então arranque o fone dos meus ouvidos. Canto no chuveiro e treino meu discurso de agradecimento para o Grammy :]
Amo todo mundo por pelo menos um dia. Falo palavrões quando meu dia não é dos melhores e bato o dedinho do pé em algum lugar, e fico entediada rápido.
Fico lerda pela manhã, e hiperativa se não dormir direito.
Gosto de fazer as pessoas sorrirem, e de ouvir as histórias delas.
Ir ao cinema é a minha diversão favorita, me leve até um!
Eu esqueci de falar alguma coisa que você quer saber?
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